Varejo sofrerá mais com racionamento de energia

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Por Redação SM - 18/02/2015

O setor varejista será o mais prejudicado em um cenário de racionamento de energia, avalia o Banco Santander. Na perspectiva dos varejistas, os que estão localizados em shoppings sofrerão um impacto possivelmente maior em um cenário de "pré-racionamento", diz o banco. Isso se o governo determinar o uso de geradores durante o horário de pico, trazendo pressão de alta sobre os custos. A redução de horas de funcionamento também pode prejudicar lojistas de shopping.

Num cenário de racionamento de fato, porém, as lojas de rua estarão mais expostas, já que poucas têm geradores de reserva. As lojas de shoppings permaneceriam abertas, mesmo com horário reduzido, e também os supermercados têm geradores de reserva devido à necessidade de manter as unidades de refrigeração.

Os varejistas mais expostos a lojas de shopping são Renner (94% das lojas estão em shopping), Riachuelo (80%), Arezzo (75%), Hering (60%) e Marisa (55%). Enquanto aqueles com maioria de lojas de rua são Magazine Luiza (mais de 90% nas ruas), Viavarejo (74%) e Lojas Americanas (60%).

Os segmentos relacionados a serviços com base leve de ativos, como bancos e outras instituições financeiras seriam menos afetados por um racionamento de energia. 

Reproduzindo o modelo do Banco Central para medir o efeito do racionamento de 2001 na expansão do PIB (Produto Interno Bruto), o banco estima que um corte de 5% a 10% reduziria o crescimento do PIB em 0,6 a 2,0 pontos percentuais. O HSBC vê um risco de racionamento de 55%, diante das precipitações de janeiro de apenas 58% da média histórica.

Fonte: Valor Econômico

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